quarta-feira 02 de Abril de 2014

Nossa, como eles adoecem!

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Imagem da internet 

Não há nada que deixe a mãe mais preocupada do que estar com o filho doente. E quando se trata de um bebezinho e ele não pode falar o que está sentindo, aí o bicho pega! Você vai trabalhar com o coração na mão, até porque não pode deixar de trabalhar a cada resfriado de seu filhote. E, minha nossa, como eles adoecem!

Depois de quase oito meses exercendo a tarefa de ser mãe, eu resolvi parar de me descabelar com os resfriados do meu filho. Fique feliz se seu bebê não adoece tanto, mas normalmente eles ficam muito doentinhos mesmo! E isso tem explicação. Os bebês nascem com os anticorpos da mãe e, por isso, eles têm mais imunidade até mais ou menos os seis meses de vida, principalmente quando ainda se alimentam com leite materno (o que é muito importante!!). Depois disso, os anticorpos que o bebê herdou da mãe começam a declinar e então será inevitável que ele adoeça, até para poder formar seus próprios anticorpos. Então quando alguém diz “É bom que ele esteja doentinho, está criando anticorpos!”, é mais ou menos isso mesmo.


O negócio é que mãe nenhuma fica feliz, pensando “Que legal, ele está criando anticorpos!”. O que a gente quer mesmo é ver o bebê bem, numa boa, comendo direitinho e brincando. Sair de casa deixando aquela carinha triste, aquele narizinho escorrendo e aquela tosse gorda abala toda mamãe.

Uma vez liguei para a pediatra: “O bichinho está tossindo muito e com secreção no nariz e isso parece estar incomodando muito ele. O que eu faç?!”. Ela foi bem precisa: “Incomoda porque os bebês não sabem escarrar. É assim mesmo, infelizmente”. Daí passou um remedinho para aliviar.

Quando é algo mais grave você dá um jeito de ficar com ele, mas o danado é que eles adoecem muito mesmo. E o que é importante fazer? Antes de qualquer coisa, consultar o pediatra. Muitos dizem que não vale a pena levar o bebê à emergência por qualquer motivo, mesmo porque no hospital eles ficam mais sujeitos a outras doenças. Mas a consulta ao pediatra é sempre importante. É preciso observar se o bebê tem febre, se ele deixa de se alimentar ou se a doença persiste por muitos dias.

Mas tudo com acompanhamento médico, heim? Mesmo que seja um resfriadinho bobo, não custa dar um medicamento que amenize o desconforto do bichinho. Mas adoecer – e adoecer muito – enquanto se é bebê é menos comum, viu, mamãe? O negócio é enxugar as lágrimas – as dele e as suas – tratar a doencinha e esperar. Com o coração na mão, porque mãe é mãe.

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